OS TRANSTORNOS DA ANSIEDADE QUE CASO NÃO DIAGNOSTICADOS A TEMPO PODEM LEVAR O INDIVIDUO APRESENTAR A DOENÇA DEPRESSÃO
A depressão e os transtornos de ansiedade estão relacionados,
ambos são chamados de transtornos mentais e atingem milhares de
indivíduos pelo mundo, o paciente pode iniciar-se com quadros de
ansiedade, e quando não diagnosticados e tratados, essa ansiedade
patológica pode caminhar para doenças mais profundas como a depressão.
A ansiedade é um sentimento desconfortável, em um contexto
psicopatológico, trata-se de uma alteração qualitativa em que há uma
quebra do funcionamento normal do indivíduo, que pode vir acompanhado de
sensações de tremores, inquietação, dor de cabeça, falta de ar, suor em
excesso, palpitações, problemas gastrointestinais, irritabilidade e
facilidade em alterarem-se, esses sintomas podem ocorrer na maioria dos
dias por pelo menos seis meses. É muito difícil controlar a preocupação,
o que pode gerar um esgotamento na saúde física e mental do indivíduo.
O estresse pode precipitar a depressão em pessoas com predisposição, que
provavelmente é genética. A prevalência, da depressão é estimada em
19%, o que significa que aproximadamente uma em cada cinco pessoas no
mundo apresenta o problema em algum momento da vida, é um transtorno que
afeta pessoas de todas as idades, cerca de 121 milhões de indivíduos em
todo o mundo, aproximadamente 10% da população mundial, segundo
estimativas da Organização Mundial da Saúde. Entre os idosos, a
prevalência é significativa, variando entre 4,8% e 14,6% que vivem em
comunidade. Os estudos epidemiológicos realizados entre idosos
hospitalizados ou institucionalizados, entretanto, obtiveram números
mais elevados (22%), podendo atingir níveis maiores, dependendo dos
critérios de avaliação dos sintomas.
Evidências neurobiológicas mostram uma forte relação entre depressão com
transtornos de ansiedade. Aproximadamente 85% dos pacientes com
depressão tem sintomas de ansiedade significativos e 90% dos pacientes
com transtornos de ansiedade experienciam depressão em algum momento.
OBJETIVO Esse artigo demonstra a doença ansiedade que se não
diagnosticadas e tratadas a tempo pode conduzir o individuo a depressão,
além de identificar os sintomas, classificações, diagnósticos, causas,
fatores epidemiológicos e tratamento para essas duas doenças.
METODOLOGIA A presente pesquisa foi sustentada através de revisão
sistemática de literatura, com a utilização das bases de dado
eletrônicas e literárias: LILACS, SciELO e PubMed. RESULTADOS De um
total de 69 artigos encontrados, 36 preencheram os critérios de inclusão
e exclusão, sendo que 33 artigos se concentraram em demonstrar as
causas, diagnósticos e tratamentos da doença.
CONCLUSÃO Pode-se concluir com esse artigo, que existem dois tipos de
ansiedade a normal e a patológica essa ultima caso não diagnosticada a
tempo pode conduzir o individuo a uma doença mais grave como a depressão
que atinge grande porcentagem da população mundial e preocupa a OMS,
demonstra que evidências neurobiológicas mostram uma forte relação entre
depressão com transtornos de ansiedade, que aproximadamente 85% dos
pacientes com depressão tem sintomas de ansiedade significativos e 90%
dos pacientes com transtornos de ansiedade experienciam depressão em
algum momento da vida acarretando desconforto ao mesmo e seus
familiares. As causas da depressão são inúmeras e controversas.
Acredita-se que a genética, alimentação, stress, estilo de vida,
separação dos pais, rejeição, problemas na escola e outros fatores estão
relacionados com o surgimento ou agravamento da doença.
Tanto para a ansiedade como para a depressão existem tratamentos para
que essas doenças não tornem fobias, transtornos de pânicos ou
apresentem sintomas se irritabilidade, apatia, angustia, entre outros.
Geralmente esse tratamento são efetuados por meio de medicação como a
fluroxamina, citalopram, escitalopram, sertralina, paroxetina, nos casos
de ansiedade, atualmente os farmacos mais utilizados são alprazolam,
bromazepam e cloxazolam e nos caso das depressões os mais indicados são o
citalopram, cloridrato de paroxetina, e cloridrato de amitriptilina,
além da psicoterapia e das mudanças de hábitos de vida.
Basta o individuo que apresenta alguns dos sintomas citados ao longo do
texto procurar auxilio, assim a familia e o médico buscarão a melhor
forma de orientar e medicar o paciente melhorando a sua qualidade de
vida.(ARTIGO CIENTÍFICO-PORTAL DOS ARTIGOS)

Nenhum comentário:
Postar um comentário